não to diria.
estas paredes, atrás das quais te escrevo, são vetustas muralhas, de rigor medieval
que atravessam velhos campos de batalhas, sangues e ódios, pulsões e desesperos
e não se destroem assim, de um momento para o outro.
(mas pedra a pedra, linha a linha, elas estão a cair e a culpa tem de ser de alguém. e é tão fácil que seja tua)