a viver pelo tempo presente, aguiar estaria pela hora da morte. mas no seu tempo, ainda agora tinha começado a viver, tinha depreendido que, o que ele tinha passado não seria igual para todos. seriam eles mais, logo mais fortes, mas o seu tempo era dele. todos os dias..
Não lhe pareceu justo que o miúdo a levasse assim pela mão e, pior, ela ir. e virar-se para trás, vendo que aguiar a observava. a cabra. ainda para mais ela, que parecia a única que o acompanhava no tempo alternativo, no viver que a vida da vila lhe consumiu mas, e sobretudo nesse, no viver que ele tinha criado com ela. o tempo não voltaria atrás, fosse o dela ou o dele.